Mallu: velha, louca e linda <3
A violência da polícia, as mães com crianças de colo sem saber para onde ir, a corrupção, o abuso, a negligência, o absurdo total que é essa história. De tudo o que tem se passado em Pinheirinho, essa imagem é a que mais me marca. Lutar pra sobreviver com as armas que se tem. Sempre. Mas até quando?
O blog da querida Ana (A Pattern a Day) está completando 3 anos. Pra comemorar, ela fez alguns LINDOS desenhos para sortear de presente para os leitores! Pra partipar, é só se inscrever aqui, ó. Coisa mais linda, Ana <3
vietnã
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Mulher, como você se chama? – Não sei.
Quando você nasceu, de onde você vem? – Nao sei.
Para que cavou uma toca na terra? – Não sei.
Desde quanto está aqui escondida? – Não sei.
Por que mordeu o meu dedo anular? – Não sei.
Não sabe que não vamos te fazer nenhum mal? – Não sei.
De que lado você está? – Não sei.
É a guerra, você tem que escolher. – Não sei.
Esses são teus filhos? – São.
poliamor
"
“Em uma sociedade onde predominam valores afetivos monogâmicos, algumas pessoas escolhem um arranjo de relacionamentos que está se tornando conhecido como Poliamor.”
Polícias abaixem as armas
E troquem carícias
Que a gente voltou
Bandidos de gorro
Não subam o morro, relaxem
Que a gente voltou
Mas e se a gente separa
Se a gente para e se parará
Para que se a gente para
o mundo acabou
Médicos nas UTIs
Larguem seus bisturis
Que a gente voltou
Pacientes à beira da morte
Reparem que sorte:
a gente voltou
Mas e se a gente separa
Se a gente para e se parará
Para que se a gente para
o mundo acabou
Você que tá no Titanic
Parou o chilique
A gente voltou
Não entra na bad, Romeu
Julieta morreu
Mas a gente voltou
Mas e se a gente separa
Se a gente para e se parará
Para que se a gente para
o mundo acabou.
Música e Letra: Clarice Falcão
o filme novo do Gus Van Sant é bem lindo. O trailer: http://www.youtube.com/watch?v=p7t29dNoTxs
sou apaixonada por essa peça
reestreia hoje e vai até dia 18 de dezembro no Teatro Dulcina, no Rio.
mais infos: www.facebook.com/fragmentospeca
Parabéns, Obrigada, Que Lindo, Filarmônica MG <3
Bas Jan Ader [1971]
.mimos
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foto da minha querida Rúbia Rosa
O cachorro mais velho insiste em não morrer. Não que eu deseje a sua morte. Não é exatamente isso. É como uma longa despedida em uma rodoviária: se o ônibus nunca vai embora, aquilo começa a perder o sentindo. Você torce pra que a coisa aconteça logo. Tudo que havia de sagrado naquilo se perdeu. Você é obrigado a reorganizar as suas noções a respeito do sublime. As coisas não são puras. O braço cansa de acenar. Digo no sentido físico da coisa. Aquilo tudo passa a ser um pouco patético. Tudo o que demanda uma quantidade grande de sagrado corre esse risco. Você sempre acaba correndo o risco de ter vontade de dar uma mijada no meio de algum enterro. As coisas são assim. Não que isso mude nada. Você continua se debulhando em lágrimas. Não existe nenhuma distinção profunda entre as lágrimas e a urina. Coisas que a gente põe pra fora. Secreta e excreta.

Do livro do querido Emanuel Aragão, Reflexão a Respeito do Vaso.
bebendo coca-cola.
obrigada, keke.





