Julho 7, 2008 at 1:04 am (Uncategorized)

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Alta-costura Paris: Jean Paul Gaultier

Julho 7, 2008 at 12:59 am (Uncategorized)

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The book is on…

Julho 3, 2008 at 6:58 pm (Uncategorized)

Estou tão feliz com esse link que eu vou ter que falar uma coisa:
aí, estão fotos de bibliotecas do mundo inteiro.
São milhares de ângulos do paraíso. Vale a pena demais dar uma navegada e conhecer.

Adeus.

Trinity College Library, AKA, The long room, Dublin, Ireland.

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TELEGRAMA DO FUTURO

Julho 1, 2008 at 12:59 am (Uncategorized)

Estamos fazendo força para te alcançar STOP demora motivo últimas resistências antiga estrutura social bem como safadeza má-fé demagogia STOP índice boçalidade ainda impressionante STOP impossível eliminação total imbecis STOP prazer constatar bons resultados campanha contra superstições preconceitos que retardam nosso progresso STOP condenamos exercício abusivo da inteligência como desintegradora caráter além de vício masturbatório STOP queremos repor inteligência em sua função crítico-construtiva a fim levantar nível vida humana e dominar natureza STOP não temos pretensão explicar mistério vida sim viver com alegria e dignidade STOP somos contra cultivo inútil qualquer mistério STOP igualmente não abrigamos pretensão acabar com Deus DOIS PONTOS se existe é inacabável se não existe pra que mexer INTERROGAÇÃO STOP como quer que seja ou porque tomou nojo da humanidade ou porque achou que não valia a pena VÍRGULA Deus não está se interessando por nós STOP teremos que resolver sozinhos nossos problemas STOP queremos que todos os homens se respeitem base fraternidade mas achamos que fome desmoraliza pessoa humana e que preço inacessível pão e carne-seca aumenta estatística criminalidade STOP quanto à guerra vergonha histórica humanas estamos certos que não haverá mais a não ser pela conquista viver livremente STOP indispensável reforma subjetiva indivíduo alienado de si mesmo motivos óbvios STOP achamos que até agora vida tem sido besta para quase todos e que ricos sem moral têm razão fazer deste mundo um bordel dissipando o que sabem e vão perder para sempre STOP temos certeza que mediante luta pela transformação velhas estruturas sociais econômicas será removida principal causa sofrimento povo STOP na esfera privada esperamos reduzir neuroses e dispensar psicanalista STOP nosso objetivo mais alto consiste voltar estado inocência mediante desenvolvimento extremo faculdade poética até agora atrofiada pressão forças utilitárias STOP acreditamos que a maldade seja reação defesa contra injustiça e encarecemos prática bondade sem sentimentalismo como virtude máxima espécie humana STOP urgente reformular em novas bases relações homem-mulher secularmente erradas STOP consideramos carência amor como fonte principal angústia existencial STOP declaramos finalmente pretender chegar a ti em condições menos vergonhosas que aquelas que nos trouxeram até aqui STOP futuro VÍRGULA de ti esperamos um mundo melhor e te saudamos confiantes.

Aníbal Machado

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SPFW 2009

Junho 26, 2008 at 1:58 am (Uncategorized)

com um certo atraso

Samuel Cirnansck

Alexandre Schneider

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p. leminski

Junho 24, 2008 at 4:36 pm (Uncategorized)

sossegue coração
        ainda não é agora
           a confusão prossegue
        sonhos afora

           calma calma
        logo mais a gente goza
           perto do osso
        a carne é mais gostosa

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SPFW 2009

Junho 23, 2008 at 7:53 pm (Uncategorized)

Herchcovitch

Alexandre Schneider

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SPFW 2009

Junho 19, 2008 at 2:58 am (Uncategorized)

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No elevador do filho de Deus

Junho 18, 2008 at 3:20 am (Uncategorized)

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
Que eu já tô ficando craque em ressurreição.
Bobeou eu tô morrendo
Na minha extrema pulsão
Na minha extrema-unção
Na minha extrema menção
de acordar viva todo dia
Há dores que sinceramente eu não resolvo
sinceramente sucumbo
Há nós que não dissolvo
e me torno moribundo de doer daquele corte
do haver sangramento e forte
que vem no mesmo malote das coisas queridas
Vem dentro dos amores
dentro das perdas de coisas antes possuídas
dentro das alegrias havidas

Há porradas que não tem saída
há um monte de “não era isso que eu queria”
Outro dia, acabei de morrer
depois de uma crise sobre o existencialismo
3º mundo, ideologia e inflação…
E quando penso que não
me vejo ressurgida no banheiro
feito punheteiro de chuveiro
Sem cor, sem fala
nem informática nem cabala
eu era uma espécie de Lázara
poeta ressucitada
passaporte sem mala
com destino de nada!

A gente tem que morrer tantas vezes durante a vida
ensaiar mil vezes a séria despedida
a morte real do gastamento do corpo
a coisa mal resolvida
daquela morte florida
cheia de pêsames nos ombros dos parentes chorosos
cheio do sorriso culpado dos inimigos invejosos
que já to ficando especialista em renascimento

Hoje, praticamente, eu morro quando quero:
às vezes só porque não foi um bom desfecho
ou porque eu não concordo
Ou uma bela puxada no tapete
ou porque eu mesma me enrolo
Não dá outra: tiro o chinelo…
E dou uma morrida!
Não atendo telefone, campainha…
Fico aí camisolenta em estado de éter
nem zangada, nem histérica, nem puta da vida!
Tô nocauteada, tô morrida!

Morte cotidiana é boa porque além de ser uma pausa
não tem aquela ansiedade para entrar em cena
É uma espécie de venda
uma espécie de encomenda que a gente faz
pra ter depois ter um produto com maior resistência
onde a gente se recolhe (e quem não assume nega)
e fica feito a justiça: cega
Depois acorda bela
corta os cabelos
muda a maquiagem
reinventa modelos
reencontra os amigos que fazem a velha e merecida
pergunta ao teu eu: “Onde cê tava? Tava sumida, morreu?”
E a gente com aquela cara de fantasma moderno,
de expersona falida:
- Não, tava só deprimida.

Elisa Lucinda

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O quereres

Junho 14, 2008 at 1:50 am (Uncategorized)

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