Anúncios

“A Funai, na época, não tinha nem um plano de fazer um trabalho de saúde, então, aqui em São Paulo, encontramos alguns médicos, dois, que se interessaram por começar um trabalho de saúde por lá. Os Yanomanis, por cultura, não tem nomes como nós temos. Voltou a questão da minha infância. De meus pais serem levados em campos de concentração, numerados como identificação. Bom, depois eles morreram. O fato que eu marquei eles para viver.”

O programa Foto em Cena tá com um video ma-ra-vi-lho-so (de 12 minutos) com uma entrevista com a fotógrafa Claudia Andujar: http://www.fotoemcena.com/programa18.htm

Naturalizada brasileira, de origem húngara, Claudia Andujar nasceu na Suíça, em 1931. Após a segunda guerra mundial, emigra para New York, onde inicia o seu contato com a pintura e a fotografia. Em 1955, muda-se para o Brasil.
Atuou como fotojornalista entre 1960 e 1971, trabalhando para importantes publicações como Realidade e Time. Possui trabalhos em diversas Coleções nacionais (MAM-SP, Coleção Pirelli/MASP, Pinacoteca do Estado de São Paulo) e internacionais (MoMa – Nova York, Amsterdam Art Museum). Através de Darcy Ribeiro, estabelece seu primeiro contato com populações indígenas, em 1958. No final da década de 1960, realiza os primeiros registros sobre os índios Yanomani, que passam a ter importância vital em seu trabalho.
Autora de diversas publicações, tais como: Marcados (Editora Cosac Naify, 2010); Vulnerabilidade do ser (Cosac Naify, 2005), Yanomani: A casa, a floresta, o invisível (Editora CBA, 1998); Mitopoemas Yanomani (Olivetti do Brasil, 1979); Yanomani em frente ao eterno (Editora Práxis, 1979).

olha a Maria lendo o nosso site novo.. cartasnaoenviadas.com
. . . Tem sempre uma carta, ou um email, que é preciso ser escrito, mas não deve ser enviado . . .
é tudo anônimo, é compartilhar em segredo <3, vai lá ; )

o blog novo da Mari Gogu. uma coleção de dedicatórias de livros. é de quêa, braziu? é de choraaar <3

vai lá: eutededico.tumblr.com

pois eu fui com as meninas Maria, Larissa e Steffania ver o Pedro que está em greve de fome há 8 dias na porta da Rede Globo exigindo da emissora algum tipo de cobertura do massacre ocorrido em Pinheirinho. pra quem não sabe, Pedro esteve lá e viu de perto tudo o que aconteceu. ele fez um video registrando tudo e, obviamente, dá pra entender o que faz um cara perder o sentido de tudo na vida e ir protestar de forma tão visceral pedindo por justiça. essas fotos foi o que vi por lá. cheguei logo após a polícia passar pedindo para que fossem retiradas as barracas, o que é praticamente um expulsar, já que o sol esta época do ano castiga. já haviam cerca de 20 pessoas acampadas. Pedro fala com doçura, está passando bem, apesar da greve de fome. é muito consciente do sistema que permitiu tamanha violência acontecer. precisa ser ouvido e admirado. obrigada, Pedro. pela coragem e força. acho que o mundo está em um processo fundamental #2012 e está precisando de gente como você. #tamojunto.

assista: http://www.youtube.com/watch?v=Tj_zHrx7jcU